Ainda miramos a grande estrela, meu bom Ganske?
Corremos sempre o risco de contar histórias com interregnos demasiado longos. De ausências que transformam a incerteza na constatação tácita de que a vida traz mais respostas pelo silêncio do que pelo barulho estridente.
Não quero com isto anunciar o final trágico do seu bailado. Serene o seu espírito, caro Ganske. O que tiver de ser, será. Não é isso que o espírito cruel dos inimigos da classe operária vêm proclamando nas suas certezas categóricas? Que assim seja então. Damos-lhe a vitória, por enquanto. Tomemos a sua linguagem brusca e tão. Carregada dessas certezas. Deixá-los crer, que o mundo é assim, como o apregoam. Que o seu uivo padronizado vale mais do que todas as vozes silenciadas juntas.
Porém, é assim como lhe digo. O dia chegará para que o silêncio seja a verdadeira voz. Por esse silêncio, virão as respostas do mais profundo que foi silenciado. Deixemo-nos embalar pela melodia de Tchaikovsky ou preparemos o grito de guerra de Shostakovich e a sua sublime sétima sinfonia. Seja como for, enquanto formos muitos, no silêncio das nossas revoltas, a Grande Estrela Socialista voltará a brilhar no horizonte. E aí veremos que nem sempre os gritos são certos ou, que verdade triunfará.
Por enquanto, meu bom Ganske, faremos deste um palco repetido. Deleite-se uma vez mais com Maximova e a sua subtileza. Com a veracidade das suas interpretações. Enquanto não houver verdade no mundo, que fique pelo menos a certeza deste nosso bailado.
Saudações Socialistas,
A equipa do Balê "Ostalgico"
Não quero com isto anunciar o final trágico do seu bailado. Serene o seu espírito, caro Ganske. O que tiver de ser, será. Não é isso que o espírito cruel dos inimigos da classe operária vêm proclamando nas suas certezas categóricas? Que assim seja então. Damos-lhe a vitória, por enquanto. Tomemos a sua linguagem brusca e tão. Carregada dessas certezas. Deixá-los crer, que o mundo é assim, como o apregoam. Que o seu uivo padronizado vale mais do que todas as vozes silenciadas juntas.
Porém, é assim como lhe digo. O dia chegará para que o silêncio seja a verdadeira voz. Por esse silêncio, virão as respostas do mais profundo que foi silenciado. Deixemo-nos embalar pela melodia de Tchaikovsky ou preparemos o grito de guerra de Shostakovich e a sua sublime sétima sinfonia. Seja como for, enquanto formos muitos, no silêncio das nossas revoltas, a Grande Estrela Socialista voltará a brilhar no horizonte. E aí veremos que nem sempre os gritos são certos ou, que verdade triunfará.
Por enquanto, meu bom Ganske, faremos deste um palco repetido. Deleite-se uma vez mais com Maximova e a sua subtileza. Com a veracidade das suas interpretações. Enquanto não houver verdade no mundo, que fique pelo menos a certeza deste nosso bailado.
Saudações Socialistas,
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